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O Botafogo está na fase final das conversas para definir qual marca será a fornecedora de material esportiva do clube no ano que vem. Duas empresas ainda negociam com o Alvinegro, que deve dar um fim aos negócios em até um mês e meio – até para haver tempo hábil para desenhar os uniformes de 2023.
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Uma das marcas que está nas negociações é a Reebok – a segunda companhia é mantida em sigilo. A marca inglesa é uma das favoritas de John Textor. O norte-americano, porém, ainda não garante nenhum tipo de acerto.
Textor é amigo e mantém negócios com Jamie Salter, CEO da Authentic Brands Group, grupo que controla a Reebok. A marca inglesa não tem participação no futebol há praticamente dez anos, mas retornaria às quatro linhas justamente com o Botafogo.
Uma das prioridades do empresário é que haja uma capacidade de vendas na escala global. O ponto negativo para a Reebok é justamente não ter amostragem recente do que pode fazer neste sentido. A segunda marca, não revelada por contrato de confidencialidade – como publicado primeiramente pelo ‘Ge’ – já está mais consolidada no mercado e levaria vantagem nessas questões técnicas.
John Textor tem tratado diretamente das negociações quanto ao uniforme do Botafogo. No começo do ano, vale lembrar, ele rompeu o contrato que o clube já tinha firmado com a Volt – à época assinado por Lênin Franco, então diretor de negócios do clube.